Você está aqui:

Engenharia de Simulação e Multifísica

Entendendo Mecanismos de Falha Extrema de Transformadores

Falhas de transformadores não são eventos de física única.
Eles envolvem interações elétricas, térmicas, fluidas e mecânicas que ocorrem em milissegundos.

O SERGI utiliza técnicas avançadas de simulação para entender esses mecanismos, orientar decisões de projeto e validar arquiteturas de proteção.

Por que a simulação importa na proteção de transformadores

Falhas de transformadores são complexas por natureza.

Uma falha interna no transformador normalmente envolve:

Esses fenômenos são:

Abordagem de Simulação Multifísica do SERGI

O SERGI integra a simulação como uma capacidade central de engenharia, não como um exercício analítico isolado.

Dinâmica dos Fluidos Computacional (CFD)

Isso permite que o SERGI possa:

Simulação sob condições extremas

Além de cenários internos de falha, as capacidades de simulação do SERGI permitem a avaliação do comportamento do transformador sob condições externas extremas, incluindo:

Dinâmica dos Fluidos Computacional (CFD)

Simulação em toda a arquitetura de proteção do SERGI

Camada de Proteção Papel da Simulação
Proteção Mecânica Núcleo
✓ Validar taxas de pressão e resposta estrutural.
Sistemas de Proteção Tática
✓ Adaptar projetos a restrições espaciais e operacionais.
Retrofit e Modernização
✓ Avaliar o desempenho alcançável dentro das limitações existentes.
Acessórios de Resiliência
✓ Entender mecanismos de controle de consequências.

A simulação é, portanto, uma capacidade transversal, reforçando toda a arquitetura de proteção.

A proteção confiável começa com a compreensão da realidade.

Ao dominar a simulação multifísica e combiná-la com experiência prática, a SERGI garante que suas soluções de proteção sejam fisicamente sólidas, adaptadas a cada ativo e alinhadas com mecanismos reais de falha.