Você está aqui:

Resiliência Sistêmica

Prevenindo falhas de dominós na rede elétrica

Prevenção de falhas em cascata entre sistemas de energia interconectados

Transformadores e subestações operam como sistemas fortemente interconectados.
Uma falha em determinado momento pode sobrecarregar ativos vizinhos, desencadeando uma reação em cadeia de interrupções que rapidamente se estende além do local inicial.

Uma vez iniciadas, falhas em cascata são difíceis de conter usando esquemas convencionais de proteção.

Da falha local à reação em cadeia

Falha Interna

Uma falha interna no transformador inicia um evento de alta energia no nível do ativo.

Surto de energia

A falha gera pressão e surtos elétricos que se propagam além do transformador inicial.

Viagens de Revezamento

Relés de proteção isolam ativos, removendo capacidade crítica da rede.

Sobrecarga da Grade

A redistribuição de carga aumenta o estresse nas subestações adjacentes, aumentando a probabilidade de falhas secundárias.

Cortes em Cascata

Uma vez que múltiplos ativos são desconectados, as quedas se propagam entre as regiões, interrompendo serviços essenciais.
Nesse estágio, o evento deixa de ser local — torna-se sistêmico.

Construindo Resiliência: Prevenção e Mitigação

A prevenção foca em reduzir a exposição antes que ocorram falhas, por meio de avaliações de risco direcionadas e fortalecimento da infraestrutura.

A mitigação resolve o próprio momento da falha.
Apenas soluções capazes de agir nos primeiros milissegundos de uma falha interna podem limitar a escalada da pressão e prevenir efeitos dominó.

Como o SERGI contribui para a resiliência

Enfrentar o risco sistêmico de transformadores requer mecanismos de proteção capazes de intervir antes que ocorra a escalada.
O SERGI desenvolve sistemas de proteção mecânica passiva projetados para limitar as consequências físicas de falhas internas no transformador e apoiar a recuperação da rede.

Esses sistemas operam independentemente de energia externa, lógica de controle ou conectividade digital.

Essas abordagens estão alinhadas com estruturas internacionalmente reconhecidas, incluindo NFPA 850, IEC e orientações IEEE, apoiando objetivos de resiliência de infraestrutura.

Compreender como falhas locais se transformam em falhas sistêmicas é essencial para definir estratégias eficazes de proteção.
A próxima seção examina os mecanismos físicos de risco que impulsionam essas cascatas — e como eles podem ser enfrentados.